Dia Mundial do Livro: Os 4 livros que mais amei ler

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Feliz dia do… não acredito que acabou desse jeito! ❤ Hoje é dia internacional do nosso querido livrinho, quem mais tem moral no mundo, por disseminar tanto conhecimento e mudar a vida de tanta gente. Por causa desse dia tão importante, principalmente para os amantes da leitura, eu separei os 4 livros que mais amei ler e algumas deles apareceram como resenha aqui no blog. Dá uma olhada e vamos comemorar!

1. Extraordinário – R.J. Palacio. Eu já disse isso algumas vezes aqui no blog e não menti em nenhuma: esse livro é o melhor livro do mundo! E ele não é assim porque tem uma história genial, repleto de efeitos especiais, ou qualquer coisa do tipo, mas pelo simples fato de ser extraordinário. A autora buscou uma referência de sensibilidade tão intensa que não tem como não levar nenhuma lição para vida depois de lê-lo. Confere a resenha clicando aqui.

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2. O menino do pijama listrado – John Boyne. Um livro incrível que demonstra melhor do que tudo o valor de uma verdadeira amizade e o significado do amor . É o tipo de livro que deve estar na sua lista de coisas para fazer antes de morrer. Veja o post completo sobre a obra aqui. (P.S.: Esse post é lindo!)

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3. 1984- George Orwell. Surpreendente é  palavra certa para este livro. Surpreendente pela construção de uma sociedade tão voltada para a nossa, surpreendente pelo autor ser tão sensato mesmo parecendo insano na época em que 1984 foi escrito. Você precisa ler este livro e deixar Orwell etrar na sua vida, por favor! Veja o post com a resenha por aqui.

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4. A Culpa é das Estrelas – John Green. Para muita gente, este livro pode ser uma ofensa à literatura. Não por ele ter sido escrito, mas por ele ter sido tão vendido em todo o mundo. Para muita gente também, existem livros muito mais incríveis que este que não ganharam tantos tostões como este ganhou. Julgamentos à parte, este foi um livro que amei ler. Li A Culpa é das Estrelas quando estava em um momento meio “down” da minha vida, não sei se pela TPM ou por situações meio conturbadas pelas quais eu estava passando, mas lê-lo me tornou um pouco mais sensível e um pouco mais motivada a mudar situações que me machucavam. Não tem nada mais inspirador do que a morte e do que o sofrimento, principalmente se eles estiverem juntos e nas mesmas páginas. Além da história ser bonita (é sim! não me venha!)

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E você? Me conta quais foram os 4 livros que você mais amou ler? E não esquece, se curtiu este post, deixa seu like aqui abaixo.

Beijo,
Jú.

Ah! E feliz Dia Mundial do Livro! ❤

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O que dá para aproveitar na black friday? *livros*

Oi, gente! Chegou um dos dias mais esperados do ano, é por causa dele que a gente faz um cofrinho no final de novembro e só quebra na última sexta de novembro do ano seguinte, né? Pois bem, para facilitar a vida de vocês, eu separei algumas superofertas da black friday que estão rolando por aí, mas logo venho te dizer uma coisa: Segura a carteira para não sair por aí comprando tudo! hahahaha

Ah! Para conferir a oferta é só clicar em cima da imagem do livro / box que você escolher. ❤

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Preços incríveis, né? Mas corre que o estoque é super limitado!

Ah, e se você quiser acompanhar mais ofertas incríveis da black friday, curte a fanpage do blog que eu tô postando as promos em tempo reaaaaal!

*Este post não é um pubieditorial.

Especial de Halloween: 3 Livros de Terror!

modelo-4Imagine  que está ouvindo aquela música de suspense que começa a soar quando a mulher está lavando os cabelos com a água quente do chuveiro. Pois bem, é neste clima super tenso que tenho que te mostrar 3 livros de terror para ler no Halloween. Eu, medrosa como sou, não consigo ler nenhum, mas garanto que topo ler os de suspense mais levinhos.  Segura o coração e vamos a listinha:

1. A Coisa, Stephen King.

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Dizem por aí que King é o mestre do terror e que põe em suas histórias um suspense pleno em cada página. Segundo minhas catadas na internet, A Coisa é uma de suas mais famosas obras,  um  romance de terror com 7 adolescentes ” que, pouco a pouco, se tornam amigos inseparáveis, este será um verão inesquecível. Um tempo em que vão descobrir o doce sabor da amizade, do amor, da união. Uma época em que vão provar o gosto amargo da perda, do medo, da dor. Este será um ano inesquecível. Terrivelmente inesquecível. O ano em que vão conhecer a Coisa, a força estranha e maligna que vem deixando um rastro de sangue na calma Derry. O ser sobrenatural que apresenta um apetite especial por inocentes crianças.

Maio de 1985. O tempo passou deixando suas marcas em cada um deles. Já não são mais crianças. Mike Hanlon, o único que permanece em Derry, dá o sinal. Precisam unir novamente suas forças. A Coisa volta a atacar e eles devem cumprir a promessa selada com sangue quando crianças. Só eles têm a chave do enigma. Só eles sabem o que se esconde nas entranhas de Derry. Apenas eles podem vencer o poder maléfico da Coisa. ” (Sinopse do Skoob)

2.  – O Caso dos dez negrinhos, de Agatha Christie.

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Os leitores da Agatha dizem que esta é uma das melhores obras da autora,  “A história passa-se numa ilha deserta situada na costa de Devon, sendo que ela é narrada totalmente na terceira pessoa e descreve a vivência de dez estranhos (entre si) que foram atraídos para a mansão da ilha por um misterioso homem e sua esposa…”  (Sinopse do Listas Literárias).

3. O Mistério do Cinco Estrelas, de Marcos Rey.

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O livro do autor brasileiro conta a história de “Um cadáver achado em um quarto de um hotel cinco estrelas dá vida ao trio de investigadores, Léo, Gino, e Ângela. Um dos principais livros de Marcos Rey, que agrada todas as idades. A obra já vendeu mais de 3 milhões de exemplares, e digamos, num país de poucos leitores, este é um número a ser respeitado.”  (Sinopse também do Listas Literárias).

 

E aí, prontos para encarar uma aventura de muito suspense? (eu não!) então, vamo simbora!

Deixa seu like aqui abaixo e amanhã tem mais!

Beijo,
Jú.

1984 do (meu amigo) George Orwell

foto-4Sabe quando você tem um namorado, mas ele não sabe da sua existência? Pois bem, esta é a minha relação com George Orwell, por causa de dois pontos: 1. Não é uma relação de namoro e sim de amizade e 2. Ele não é mais vivo para entender nossa relação de amizade. Mas fora isso, nada nos impede. Apesar de ele não conversar comigo através da sua voz, como dois bons amigos fazem, a nossa comunicação é bem firme através dos livros que ele deixou para mim (e para você também, se você quiser!) Um desses livros, é 1984, um livro de leitura simples, que cita uma época “futura” em que nem nossas próprias emoções serão controladas por nós.

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1984 retrata a história de Winston, um homem numa época em que o estado controlava as atitudes e as mais profundas emoções de cada ser humano. Ele, o protagonista, experimenta revelar-se contra o seu estado controlador, descobrindo o amor – sentimento que não era permitido pelo estado – participando de uma espécie de facção contra o governo e arcando com suas devidas consequências. O Deus louvado destes seres humanos, quem de fato seria o motivador de todo o controle em relação ao povo, é o famoso Grande Irmão ou Big Brother  (nome que influenciou a denominação do famoso Reality Show mundial, que na minha opinião, tem muito a ver com os princípios adotados nesta época em que Winston vivia, mas se a gente for conversar sobre isso, cabeças irão rolar, hahaha). Para se aproximar da ideia de futuro, Orwell cria a Novafala, uma espécie de vocabulário com sentidos restritos e novas palavras.  A história se apresenta bonita, por ser tão próxima da “vida real”, quer dizer, é comum nos sentirmos vigiados às vezes, controlados e de nem sempre podermos ser verdadeiros e expressar nossas emoções com vigor.

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Pra se expressar através das páginas de 1984, Orwell foi ousado e corajoso,  citando assuntos que na época chegavam a ser impensáveis e, portanto, eram indiscutíveis.E, por isso mesmo, é um dos autores mais lembrados, apesar de tantos anos de sua morte. Infelizmente, Orwell não esteve vivo para ver o que aconteceria no ano de 1984 e nem, obviamente, nos dias atuais, mas sempre soube que estava certo, em grande parte, sobre suas teorias.

Vale a pena ler e se tornar amigo de George e de suas obras, são típicas leituras que a gente leva para vida. Vamo faezr o seguinte: você lê e depois me conta se tudo o que eu te disse não é verdade. ❤

Um beijo,
Jú.

Uma guerra, um pijama, uma cerca, dois amigos: O menino do Pijama Listrado – John Boyne

FOTO-1  Eu não entendo muitas coisas da vida e tenho certeza que morrerei antes de entender metade delas. Uma dessas coisas da minha lista, é o porquê de tanto ódio entre as pessoas. O porquê desse sentimento de superioridade, que a gente ganha quando vira adulto e que a gente amadurece na nossa longa jornada de envelhecimento. Acho que é por isso que John Boyne existe. Não para explicar o porquê do ódio ou dá superioridade, mas para fazer refletir sobre o porquê do amor, contradição a estas duas tristezas humanas. E o mais incrível é que ele só precisou de 2 dias e meio para conseguir explicar, os mesmos 2 dias e meio que ele levou para construir a obra de “O menino do Pijama Listrado” e os mesmos 2 dias e meio que eu levei para lê-lo.

Bruno, filho de um comandante militar alemão em plena Era do Holocausto e das barbáries contra os judeus, muda-se de Berlin para viver próximo a um campo de concentração na Polônia, acompanhando assim os trabalhos do pai.

Mudar-se nunca foi algo tão trágico, principalmente para um menino tão pequeno, ficar longe dos três melhores amigos, das brincadeiras e até da escola e ter de viver uma vida nova numa casa cinzenta, triste e silenciosa. Da janela nova de Bruno, ele podia observar algo de muito estranho, parecia mais uma fazenda com pessoas vestidas iguais, sob um pijama grande, sujo e com listras cinzas.

foto-3O que Bruno mais amava fazer na vida era explorar e seu maior sonho era se tornar um grande Explorador como os personagens dos livros que ele costumava ler, mas, certamente, aquela casa apertada na Polônia, mais precisamente em Haja-Vista, não tinha nada de interessante a se descobrir, foi aí que ele decidiu explorar por fora da casa, como numa grande aventura. E então, o grande Explorador Bruno fez a descoberta mais preciosa de toda a sua vida: descobriu Shmuel (pronúncia: XIMÚ), alguém que vivia por trás da cerca da “fazenda”, alguém que vestia um dos pijamas engraçados e alguém que se tornou seu melhor amigo para a vida toda.

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A história é linda, emocionante e retrata a simbologia da inocência em relação ao ódio e sentimento de superioridade e a partir daqui eu já não posso contar mais nada, para não ser incriminada como a rainha do Spoiler, mas ainda posso te dizer uma coisa: você precisa ler este livro.

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Curtiu o post? Já leu o livro ou ficou animada(o) para ler? Então conta para mim aqui nos comentários e deixa seu lindo e precioso like. ❤

Um bom livro para uma boa preguiça: Cidades de Papel – John Green

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De repente, a minha cidade amanhece fria e com cara de preguiça, isso aqui é Recife, minha gente, o clima muda sem pedir por favor. Mas se existe uma coisa que é tão gostosa quanto preguiça, é ler um livro na preguiça. Um livro daqueles que você leva para cama, põe uma caneca com café quentinho e fica lá até o café esfriar.  A minha última leitura, gostosíssima que nem preguiça do Recife, se chama Cidades de Papel, do famoso John Green, que eu comprei num grupo do sebo por R$10.

Demorei muito a querer ler qualquer obra do Green, porque 1) Minha ignorância era gigante em relação a autores que todo mundo ama, 2) O primeiro livro dele que li foi O Teorema Katherine e não curti a leitura e  3) Não tem 3, mas eu queria enumerar as coisas, porque ele sempre enumera as explicações dos fatos em seus livros, então você já sabe que estou inspirada nele, hahaha. Mas então, eu li A Culpa é das Estrelas e não tive como negar como o romance é inteligente/lindo/apaixonante e tive que deixar minha ignorância de lado para conhecer melhor as obras do autor, partindo, assim, para meu livro 3 dele.

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Cidades de Papel é daqueles livros que se você esquecer de comer, fazer xixi e mudar de posição, você simplesmente fica uns dois dias ali e nem se importa, porque a leitura simplesmente te mantém preso. Foi quase isso que aconteceu comigo, li tudo em dois dias e continuei na mesma posição querendo ler mais.

Quentin Jacobsen, ou simplesmente Q. é desses meninos comuns que o tédio não os irritam. Está no último ano da escola, adora jogar com os amigos um jogo de videogame chamado Resurection, chega atrasado na aula todos os dias e se acha o cara mais sortudo do mundo, simplesmente por morar ao lado da casa de Margo Roth Spielgeman, menina por quem Q. era apaixonado desde sempre. Seus melhores amigos eram um menino egoísta que tinha uma apelido discreto na escola, o Ben Mija-Sangue e Radar, cujos pais eram os maiores colecionadores de Papais Noéis Negros do Mundo (acredite se quiser!)

Margo não é nenhum pouco parecida com Q., acha que a vida é maior do que simplesmente tudo o que ela está acostumada a ter de viver, para ela as pessoas eram de papel, dobráveis e sem personalidade. Mas não só as pessoas, as coisas, a vida e aquela cidade também eram.

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A vida tranquila e sem graça de Quentin sofre uma reviravolta quando Margo surge à sua janela, vestida de ninja e o desafia a participar de um grande plano de vingança.

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Depois da aventura noturna, no dia seguinte, Q. se depara com o sumiço de Margo, que não chega a ser diferente nos dias seguintes. É aí que começa a história! Surpresas e mistérios em busca da menina, a cada nova página, uma nova pista sobre onde Margo pode estar. Nas fotos daqui do post, cada figura que aparece nas imagens tem uma ligação com o livro, que você só descobrirá se ler. A minivan azul, o caderninho preto ou o mapa dos Estados Unidos fazem muito sentido para quem leu a obra. 🙂

Ah! e para quem curtiu o livro, uma novidade (nem tão nova assim), Cidades de Papel vai virar filme, previsto para lançamento do dia 31 de julho de 2015 e para deixar você mais feliz ainda, o protagonista vai ser o Nat Wolff, ator que fez o papel do Isaac no filme A Culpa é das Estrelas.

Para fechar o post, só mais uma coisinha, uma música com cara de preguiça. (Sim né, tem que ter!) Blister in the sun de Violent Femmes, é representada no livro, quando os personagens viajam pelos states. (sem mais spoiler)

“Sempre” julgue um livro pela capa

capa   Dizem por aí que não se deve julgar um livro pela capa. Eu, com toda a minha teimosia entranhada, discordo plenamente. Bem, não é tão certo assim (ou pelo menos não parece ser) julgar sem conhecer o que tem por dentro, né? Mas as minhas intensas superstições dizem que, mais do que nunca, uma capa bonita diz tudo que a gente precisa saber sobre um bom livro. É como conhecer alguém, a aparência (se a pessoa é bonita / limpinha / cheira bem) vai aumentar em 99% as boas expectativas sobre ela, se nos próximos segundos ela tiver o papo mais bacana do mundo, a taxa já chega em 100%, se ela não tiver, frustração, né, filha? Fazer o quê? Mas comigo, julgar um livro pela capa sempre deu mais do que certo. Para mim, é como se as pessoas pro trás do livro, o autor, a editora, etc.. tivessem tido um cuidado especial por cada detalhe da obra, desde o conteúdo até a diagramação, a colocação dos elementos gráficos, a fonte… , Cada detalhezinho é um sinal de que aquilo ali é para ser todo seu e foi escolhido para você com todo o cuidado do mundo.

Quem me conhece, sabe que eu tenho um carinho especial por cada livro que leio, mesmo que eu não tenha gostado da leitura. Para mim, cada livro é como se fosse uma viagem que eu fiz nas últimas férias e nem sempre as viagens são boas, né? As vezes rola uma dor de barriga, uma pessoa chata que quer mandar no roteiro turístico, mas mesmo assim, as lembranças da viagem sempre ficam. Por isso, as minhas lembranças de cada livro são guardadinhas com carinho, numa prateleirinha miúda e separadas por autores, cores e, preferencialmente, na ordem que foram lidas.

Cada lembrança dessa (agora vamos voltar a chamá-las de leituras) eu escolho a dedo e posso afirmar que a capa faz parte do conjunto da escolha. O título é mais do que importante, porque faz uma pessoa resumir o sentimento de 400 páginas em, pelo menos, duas palavras, ou um pouquinho mais. E as cores também não ficam atrás quando o quesito é escolha,  as capas azuis me chamam mais atenção, porque tive a sorte (não sei se devo chamar de sorte) de ter lido bons livros de capa azul.
Sendo assim, depois de toda essa ladainha, resolvi expor por aqui algumas das minhas 4 futuras leituras, de gêneros bem distintos, e que, por ironia do destino, têm capas maravilhosas. 😛
Se você já leu alguma delas, me conta se o meu julgamento da capa valeu a pena!

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1-  A festa é minha e eu choro se eu quiser. Maria Clara Drummond.

“Quanto mais você se aproxima de ser um adulto bem sucedido mais você se afasta da felicidade.” Davi, o narrador do livro de estréia da jornalista carioca M. Clara Drummond, sabe exatamente o que está atraindo para sua vida quando aceita uma proposta de emprego que se encaixa com suas aspirações e se muda do Rio de Janeiro para São Paulo. À medida que sua carreira deslancha, a angústia e as incertezas aumentam, alojado de maneira incômoda no seu flat minimalista e clean.

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2- O Oceano no fim do caminho. Neil Gaiman.

Quando os tempos ficaram difíceis e os pais decidiram que o quarto do alto da escada,  passaria a receber hóspedes. Ele só tinha sete anos. Um dos inquilinos foi o minerador de opala. O homem que certa noite roubou o carro da família e, ali dentro, cometeu suicídio.  (Ler sinopse completa, aqui.)
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3- O Mundo de Sofia. Jostein Gaarder.

Às vésperas de seu aniversário de quinze anos, Sofia Amundsen começa a receber bilhetes e cartões-postais bastante estranhos. Os bilhetes são anônimos e perguntam a Sofia quem é ela e de onde vem o mundo. Os postais são enviados do Líbano, por um major desconhecido, para uma certa Hilde Moller Knag, garota a quem Sofia também não conhece. (Ler sinopse completa, aqui.)

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4- Como ter uma vida normal sendo louca. Camila Fremder e Jana Rosa.

Para todas as mulheres,  idades e em todas as situações, as autoras  dão dicas sobre as mais diversas situações engraçadas do dia a dia. (Tem um post muito legal, feito por uma amiga, sobre este livro. Confere aqui. )

 

E aí, julgamento super apoiado, né? (risos)

Ah! E antes que eu me esqueça, também quero te mostrar alguns dos meus livros que tem capas lindas e leituras encantadoras, se você já leu algum deles, conta para mim se eles são tão maravilhosos assim para você também! Os escolhidos foram  1984 de George Orwell, cuja capa eu acho fantástica e que fiz uma resenha para o Menos um na estante, um blog que amo muito; Extraordinário de R.J. Palacio, que tem resenha aqui no blog e A Revolução dos Bichos de George Orwell também (foi mal, não resisti e tive que repetir o autor). Ah! E se você perdeu o post que ensina a fazer este marcador em formato de CupCake, é só clicar aqui.

 

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*As sinopses foram tiradas do site da Livraria Saraiva.